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Expropriações para expansão do Metro de Lisboa vão custar entre seis e nove milhões

Projeto prevê túnel de 1956 metros em via dupla. Investimento de 210 milhões de euros para esta fase da expansão.

António Costa e Fernando Medina viajaram de Metro para a cerimónia de apresentação das obras de expansão da rede

O Metropolitano de Lisboa prevê gastar entre seis e nove milhões de euros em expropriações no âmbito do prolongamento das linhas amarela e verde.

O valor foi avançado esta quarta-feira pelo presidente da empresa, Vitor Domingues dos Santos, no lançamento do concurso de expansão que prevê a construção de duas novas estações: Estrela e Santos.

Vitor Domigues, que falava à margem da cerimónia, garantiu estarem a ser acauteladas medidas para minorar o impacto da expansão do metro.

O prolongamento das Linhas Amarela e Verde, num investimento de 210 milhões de euros, prevê a construção de 1956 metros de túnel em via dupla e duas novas estações na Estrela (ao cimo da Calçada) e em Santos (no quarteirão definido pela Av. Carlos I, rua das Francesinhas, rua dos Industriais e travessa do Pasteleiro).

O Metro de Lisboa antecipa a zona de maior constrangimento entre a Av. D. Carlos e o Cais do Sodré, cuja estação vai ser remodelada. No que se refere aos comboios da Linha de Cascais, estão previstas interrupções pontuais.

O plano da empresa, no futuro, é a expansão até Campo de Ourique através das Amoreiras.

In “Correio da Manhã”

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Concurso para recrutamento de Peritos Avaliadores do Circulo Judicial dos Açores

O Concurso para recrutamento de peritos avaliadores para o Círculo Judicial dos Açores foi concluído com a entrada de doze novos colegas.

Poderá ter toda a informação no site da DGAJ – Direcção-Geral da Administração da Justiça

A PAOJ deseja a todos os novos colegas o maior sucesso no desempenho das suas funções.

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ALCÁCER DO SAL – GRÂNDOLA Obras no IC1 adjudicadas por 4,6 milhões

Infraestruturas de Portugal anunciou hoje adjudicação da empreitada. Reparação da estrada deve estar concluída em nove meses

A empresa Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou esta quinta-feira (11) ter adjudicado a empreitada de requalificação do troço do Itinerário Complementar (IC) 1 entre Alcácer do Sal e Grândola (Setúbal), num investimento de 4,6 milhões de euros.

A intervenção, segundo um comunicado da empresa enviado à agência Lusa, visa a requalificação de 15,7 quilómetros do IC1, entre Alcácer do Sal, no entroncamento com a estrada municipal 120, e Grândola Norte, no entroncamento com o IC 33, e tem um prazo de execução nove meses.

Em abril do ano passado, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, já tinha anunciado que “as grandes obras” de requalificação do IC1 entre Alcácer do Sal e Grândola, no litoral alentejano, começavam “no início de 2018”.

Apontando o início da empreitada para o primeiro trimestre deste ano, o governante fez o anúncio junto ao IC1 após uma cerimónia de apresentação do projeto de requalificação, que estava à data em fase de concurso público internacional.

“Como anunciado em abril do ano passado, a empreitada terá de ter início no primeiro trimestre de 2018”, indicou hoje a IP no comunicado.

No entanto e no âmbito do concurso público, a obra foi adjudicada por um valor inferior ao previsto no ano passado pelo Governo (6,4 milhões de euros), que anunciou agora um investimento de “4,6 milhões de euros”.

A empreitada prevê a reabilitação estrutural do pavimento, a renovação, readaptação e complemento da sinalização e dos equipamentos de segurança e a instalação de sistemas semafóricos, a requalificação dos sistemas de drenagem, que inclui a execução de passagens hidráulicas e a limpeza e reparação das valetas e intervenções de integração paisagística.

O projeto inclui também obras complementares, como a construção do canal técnico rodoviário, a colocação de telas anti-raízes e instalação de sistemas de acalmia de tráfego.

No comunicado enviado hoje à Lusa, a IP recorda que o troço do IC1 entre Alcácer do Sal e Grândola estava integrado na subconcessão do Baixo Alentejo e regressou à jurisdição da empresa em abril de 2017.

Na altura, a IP avançou com um investimento de 339 mil euros em trabalhos de “reabilitação funcional do pavimento”, com a “execução de fresagens, remoção das deformações originadas pelas raízes e aplicação de camada betuminosa nas zonas intervencionadas”.

A obra de requalificação do troço do IC1 tem vindo a ser reivindicada pela comissão de utentes e pelos municípios de Alcácer do Sal e de Grândola nos últimos anos, com vários protestos, marchas lentas e encontros com grupos parlamentares e governantes.

Ainda esta semana, a comissão de utentes do IC1 divulgou ter solicitado novas audiências ao Ministério do Planeamento e das Infraestruturas e à IP para saber o ponto de situação do projecto.

In Diário da Região

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Avança comboio de Évora a Elvas

Obra implica um investimento de 422 milhões de euros.

O concurso público para a construção do troço ferroviário entre Évora e Elvas será lançado até o final de março, divulgou o o Ministério do Planeamento. A ligação ferroviária entre as duas cidades tem por principal objetivo o transporte de mercadorias por comboio entre os portos de Sines e de Setúbal e a fronteira espanhola.

A obra implica a construção de três troços: Évora Norte – Freixo, por 70 milhões de euros; Freixo -Alandroal, 105 milhões de euros; e Alandroal-Linha do Leste, com um custo de 220 milhões de euros. A fiscalização da obra envolve uma despesa de 27 milhões de euros.

Ao todo, o investimento ronda os 422 milhões de euros, dos quais 264 são comparticipados pelo Estado. A parcela restante, de 158 milhões de euros, é assumida por fundos comunitários, no âmbito do Programa Mecanismo Conectar Europa.

A ligação ferroviária entre Sines e a fronteira no rio Caia foi acordada na XIX Cimeira Luso-Espanhola, na Figueira da Foz, em 2003. Mas o projeto só agora foi posto em marcha. O Governo destaca que, com o anúncio deste concurso, termina um período de “décadas em que não era construído um troço de caminho de ferro desta envergadura”, com uma extensão de 100 quilómetros.

A Infraestruturas de Portugal divulga que a previsão de conclusão do projeto é 2020 e a entrada em exploração em 2021. O projeto permitirá aumentar a capacidade diária na saída de Sines dos atuais 36 comboios de 400 metros para 51 de 750 metros.

In Correio da Manhã

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Plano de Regadios arranca no Alentejo. Reguengos de Monsaraz recebe primeiro bloco de rega

Trata-se de um investimento na ordem dos 400 milhões de euros para requalificar regadios ultrapassados e construir novos regadios, beneficiando uma área de 90 mil hectares.

Foto: CM Reguengos de Monsaraz
Foto: CM Reguengos de Monsaraz

O ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, assinala na sexta-feira, 2 de Fevereiro, em Reguengos de Monsaraz, o arranque do Plano Nacional de Regadios. O bloco de rega de Reguengos de Monsaraz é o primeiro a ser construído.

“O bloco de rega de Reguengos de Monsaraz vai receber água da Barragem de Alqueva, abrange cerca de 11 mil hectares de bons solos agrícolas e representa um investimento de 40 milhões de euros”, explica, numa nota à Renascença, o município alentejano.

Garantir o acesso à água é “fundamental para aumentar a capacidade de produção e a competitividade da agricultura do concelho” que é “o grande motor da economia local, sobretudo o olival e a vinha”, esclarece a Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz.

Em Novembro do ano passado, o ministro Capoulas Santos anunciou que o Governo obteve luz verde para avançar com o Plano Nacional de Regadios. Trata-se de um investimento na ordem dos 400 milhões de euros para requalificar regadios ultrapassados e construir novos regadios beneficiando uma área total de 90 mil hectares.

De acordo com o governante, o plano vai ser financiado com verbas do Programa de Desenvolvimento Rural e com um montante de 260 milhões de euros resultantes de dois empréstimos concedidos por bancos europeus. O maior empréstimo, na ordem dos 180 milhões de euros, vai ser concedido pelo Banco Europeu de Investimento e o outro, de 80 milhões de euros, pelo Banco do Conselho da Europa.

Foto: CM Reguengos de Monsaraz
Foto: CM Reguengos de Monsaraz

49 mil hectares são em Alqueva

Depois de duas décadas de obras, mais 15 anos a encher, Alqueva produz energia, abastece de água 200.000 habitantes dos distritos de Évora e Beja, rega 120.000 hectares e vai agora expandir-se para beneficiar mais quase 50 mil hectares de regadio.

Em ano de seca, Alqueva voltou a fazer jus aos intentos que estiveram na base da sua polémica e demorada construção.

Alqueva levou água às barragens mais pequenas, como estava previsto desde há muito, sendo algo que se concretizou nos últimos dois verões, em 2016 e em particular em 2017 onde o reforço foi fundamental para assegurar o abastecimento publico a Évora e Beja”, confirmou, em declarações à Renascença,o presidente da EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, José Pedro Salema.

“Não fosse esta situação e teríamos tido um verão muito complicado”, acrescenta, pois “tivemos muitos dias de canícula e Alqueva permitiu que não se registassem situações dramáticas no sul do país, como a que aconteceu com a Barragem de Fagilde”.

Na que diz respeito à agricultura, no regadio, José Pedro Salema salienta que este plano de alargamento “beneficia mais 50 mil hectares de áreas irrigáveis em torno do perímetro já servido”.

O responsável pela empresa que gere o empreendimento de fins múltiplos refere que “são várias manchas” e exemplifica: “A área de Reguengos é a primeira, com mais 11 mil hectares, mas o alargamento vai acontecer também na área da Póvoa de São Miguel e Moura com mais dez mil hectares, Viana são cerca de cinco mil hectares, na zona de Évora mais três mil hectares, na zona da Vidigueira mais dois mil hectares, em Marmelar mais dois mil hectares, Cabeça Gorda, quatro mil e na zona de Vila Nova de São Bento mais 3.500 hectares”.

Em suma, diz o presidente da EDIA, “há toda uma rede primária que liga mais de 20 albufeiras no Alentejo e que vão ser reforçadas este ano”.

In Rádio Renascença

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